Theatro Circo O Theatro Circo localiza-se na Avenida da Liberdade, na freguesia de São Lázaro, cidade e concelho de Braga, em Portugal. É considerado o mais prestigiado teatro bracarense. Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983. Idealizado em 1906, iniciou a sua construção em 1911 e inaugurado em 21 Abril de 1915. Durante a ditadura do Estado Novo, além das actuações culturais censuradas pelo Estado, foi utilizado como palco de campanha e "acçõe s de propaganda". De salientar o dia 1 de junho de 1958, quando os espectadores foram convidados a assistir da varanda do Salão Nobre à enorme violência exercida pela polícia sobre o povo adepto da Oposição Democrática liderada pelo General Humberto Delgado. No ano 2000, foram criadas duas novas salas, uma com 250 lugares e outra de ensaios, uma zona museológica, uma livraria de artes, um restaurante, um "café-concerto" e bares. A sala principal passou a ser dotada pa...
Rua de Santo António das Travessas A Rua de Santo António das Travessas chegou a ser a "rua proibida" por acomodar mulheres "toleradas", que interpelavam os seus clientes da soleira da porta. Já antes, chamada Rua da Judiaria Nova, havia acolhido os judeus de Braga, após a sua deslocação da Judiaria Velha, que ficava mais próxima da catedral. Conheço pessoas que só percorreram a "rua do pecado" quando adultas e outras que em criança levaram uns bons cascudos da mãe porque arriscaram desobedecer. Uma última curiosidade: antes de designar-se Rua da Judiaria Nova, integrava parte da Rua da Triparia. A outra parte deu lugar à atual Rua das Chagas. Após a expulsão dos judeus, a rua assumiu o nome de Sto António e só no século XX, se acrescentou "Travessas" para se distinguir de uma outra rua. Texto/Desenho: Patrícia Ferreira
Rua do Souto, junto à Brasileira Hoje arranca um blogue novo, fruto de paixões comuns a um grupo de amigos, a paixão pela imagem e pela cidade de Braga, o prazer de uma história bem contada e a vontade de registar este tempo e esta geografia para alimentar e enriquecer a memória futura. Esperam-se boas estórias, novos pontos de vista, singularidades, extravagâncias e "aquele" pormenor que ainda ninguém reparou... no fundo, sugerir leituras da cidade através da nossa. No que me concerne, o ponto de partida é... a rua, a nossa sala de visitas e o nosso palco.
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